Conheça o Tempo Limite na Etapa e como o recurso pode ajudar a identificar negociações paradas no seu funil de vendas!

Seu funil pode estar organizado, com etapas bem definidas, negócios distribuídos corretamente e mesmo assim, perdendo vendas.

Nem sempre por falta de interesse do cliente ou porque o vendedor esqueceu, mas porque o próprio funil não impõe ritmo.

Em vendas B2B, oportunidades raramente morrem de uma vez. Elas esfriam aos poucos, enquanto ficam tempo demais na mesma etapa, sem uma ação clara.

Onde os negócios costumam travar?

Quase todo time de vendas acredita que faz follow-up. E faz mesmo. O problema é que, sem um ritmo claro, follow-up vira algo assim:

“Depois eu vejo.”
“Semana que vem eu falo.”
“Vou esperar mais um pouco.”

E o funil aceita tudo isso, quieto, educado e sem reclamar. Mas aqui vai uma pergunta honesta: quantos dias um negócio pode ficar parado aí hoje sem ninguém notar?

Se a resposta não for objetiva, já temos um problema de processo.

Se você olhar para qualquer operação comercial B2B, pode encontrar os mesmos pontos de estagnação.

1. Lead entrou, mas o contato demorou

O lead chega quente.
Mas o primeiro contato não acontece no tempo ideal.

Quando acontece, o interesse já caiu ou o cliente já falou com outro fornecedor.

2. Proposta enviada, espera infinita

A proposta foi enviada.
O cliente pediu “uns dias”.

Ninguém combinou quantos.

O negócio fica ali, parado, até alguém lembrar.

3. Tudo certo, menos o fechamento

A negociação está madura.
Só falta assinatura, aprovação ou último alinhamento.

Justamente aí, ninguém quer “incomodar”.

E a venda morre no fim do funil.

Percebe que o padrão não é falta de ação, mas a falta de limite?

Um erro clássico: tentar resolver isso com listas, tarefas e cobrança

Quando esse problema aparece, a reação costuma ser previsível:

  • criar mais tarefas
  • olhar mais relatórios
  • cobrar vendedor por vendedor

Mas nada disso resolve a raiz do problema.

Relatórios exigem que alguém vá procurar o atraso, tarefas não criam urgência visual, cobrança manual não escala. Então, se o próprio funil não acusa atraso, o atraso vira rotina.

Quando o funil começa a impor ritmo (e não só organizar)?

A lógica é simples, mas poderosa: cada etapa do funil precisa ter um tempo máximo aceitável para a permanência das negociações.

E quando esse tempo estoura, o negócio fica destacado em alerta no funil. Assim, o funil passa a “falar”. Sem filtro, sem relatório e sem alguém precisar “lembrar”.

Pensando justamente nisso, lançamos o Tempo Limite na Etapa no Agendor CRM!

tempo limite na etapa

Como o Tempo Limite na Etapa muda a rotina comercial?

Esse recurso pode ser usado em diversos cenários no dia a dia de vendas. E os mais comuns são nas etapas que toda venda consultiva vai passar:

Pré-venda: quando o lead entra, o relógio começa

Todo mundo concorda que lead novo precisa de contato rápido, né? O problema é que o “rápido” quase nunca está definido.

Na prática, o vendedor pensa:

“Daqui a pouco eu falo com ele.”

E o funil não reage.

Agora imagina outra situação: no seu processo, todo lead novo precisa receber contato em até 24 horas. Não é opinião. É critério.

Você define esse tempo na etapa inicial e o que acontece depois disso é simples:

  • Leads trabalhados no prazo seguem normalmente
  • Leads que passam de 24h começam a chamar atenção no funil

Sem ninguém apontar dedo e sem cobrança direta.

Se vários leads começam a estourar esse limite, o funil mostra algo importante:
o problema não é esforço, é capacidade ou processo.

Proposta enviada: onde muita venda morre em silêncio

Essa cena é clássica: a proposta foi enviada e o cliente responde:

“Vou analisar com calma e te retorno.”

O vendedor pensa:

“Beleza, não vou pressionar.”

E ninguém combina o que significa calma. Dois dias? Cinco? Duas semanas?

Enquanto isso, o negócio fica parado, sem urgência e sem próxima ação clara.

O cenário muda quando você define um tempo aceitável para a etapa de “Proposta enviada”. Por exemplo, 3 ou 5 dias. Passou disso? O funil destaca o negócio.

Isso não é para pressionar o cliente. É para evitar abandono passivo.

O vendedor não precisa se perguntar se já é hora de falar e o funil responde.

Com isso, o follow-up muda de tom e não vira mais cobrança, mas retomada de contexto e cuidado com a negociação.

Proposta boa não se perde por rejeição. Ela se perde por silêncio prolongado.

Fechamento: quando a venda está madura, mas ninguém age

Aqui mora uma das perdas mais frustrantes.

Está tudo certo. Só falta o “ok final”.

O vendedor pensa:

“Já está quase fechado, não vou ficar em cima.”

O problema é que “quase” não é “venda fechada”.

Quando você define um tempo limite nessa etapa:

  • O funil mostra quando a venda está parada no fim do caminho
  • O vendedor retoma contato antes da conversa esfriar
  • O gestor consegue intervir cedo

Muitas vendas que parariam aqui simplesmente continuam vivas.

O impacto do tempo limite na etapa para quem gerencia o time

Para o gestor, o maior ganho não é cobrar mais. É enxergar melhor.

Com o Tempo Limite na Etapa ativo, fica claro:

  • Em qual etapa o funil mais trava
  • Onde o processo está falhando
  • Onde o time precisa de apoio, não de pressão

O gestor deixa de atuar no detalhe e passa a atuar na estrutura.

Como definir bons tempos limite nas etapas do funil?

Antes de sair colocando números nas etapas do funil, vale uma pausa rápida.

Tempo Limite não é cronômetro de cobrança. Se for usado assim, ele vira ruído, estresse e resistência do time. Usado do jeito certo, ele vira critério de prioridade.

Para chegar lá, existem três perguntas que precisam ser respondidas antes de qualquer configuração.

1. Qual é a ação esperada nessa fase?

Essa é a pergunta mais ignorada, e a mais importante.

Toda etapa do funil deveria existir para provocar uma ação clara. Se não existe ação, o tempo limite não faz sentido.

Por exemplo:

  • Em “Novo lead”, a ação esperada é fazer o primeiro contato
  • Em “Proposta enviada”, é retomar a conversa após o envio
  • Em “Negociação”, é avançar para uma decisão ou próximo passo

Agora vem o ponto crítico: se você não consegue descrever a ação esperada em uma frase simples, a etapa já está mal definida.

Tempo Limite não conserta etapa confusa. Ele só deixa o problema mais visível.

2. Em quanto tempo isso deveria acontecer num cenário saudável?

Aqui não é sobre ideal teórico. É sobre realidade operacional.

Pergunte:

  • Quando o processo funciona bem, quanto tempo isso leva?
  • Qual é o prazo que, se estourar, já começa a colocar a venda em risco?

Exemplos práticos:

  • Primeiro contato em lead inbound: geralmente até 24h
  • Retomada de proposta: 3 a 5 dias
  • Avanço após reunião decisiva: 1 a 3 dias

Perceba que o tempo limite não precisa ser curto, e sim coerente com o ritmo da venda.

3. O atraso depende do vendedor ou do cliente?

Essa pergunta evita 90% do uso errado do recurso.

Se o atraso depende majoritariamente do cliente, o tempo limite não deve ser usado como cobrança, mas como alerta de acompanhamento.

Por exemplo:

  • Aprovação jurídica
  • Assinatura de contrato
  • Decisão interna do cliente

Nesses casos, o Tempo Limite serve para:

  • Evitar esquecimento
  • Sinalizar que a conversa precisa ser retomada
  • Manter a venda viva

Quando o atraso depende do vendedor, aí sim o limite ajuda a disciplinar o processo.

O erro comum é tratar tudo como falha individual. O acerto é entender de quem é a próxima ação.

Tempo Limite na Etapa no Agendor CRM

No Agendor, o Tempo Limite na Etapa funciona direto no funil de vendas, onde o time já trabalha.

Na prática, acontece assim:

  • Você define quantos dias um negócio pode ficar em cada etapa
  • Quando esse tempo estoura, o negócio fica destacado no funil
  • Um contador mostra há quanto tempo ele está parado

Ou seja: você não precisa abrir relatórios, aplicar filtros ou “caçar problema”.

Bate o olho no funil e já sabe:

  • o que está atrasado
  • o que precisa de atenção agora
  • onde o processo está travando

O funil deixa de ser só um espelho da operação e passa a ser um guia de prioridade.

Por que definir tempo limite na etapa transforma a rotina (de verdade)

Quando o Tempo Limite está ativo:

  • o vendedor não decide prioridade no instinto
  • o gestor não depende de cobrança constante
  • o time age antes da venda esfriar

O CRM começa a trabalhar a favor do processo, e não só como registro.

Essa é a diferença entre:

“Depois eu vejo isso”
e
“Isso precisa ser visto agora”.

Quer ver o Tempo Limite na Etapa funcionando na prática?

A melhor forma de entender o impacto do Tempo Limite na Etapa é usando no seu próprio funil, com seus negócios reais.

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